Auxílio-acidente do INSS | Lopes Bahia Advogados

O acidente passou. A limitação ficou?

Se você voltou ao trabalho, mas ficou com dor, perda de força, movimento limitado ou outra sequela, não trate isso como um detalhe. O caso precisa ser analisado pelos efeitos que ficaram na sua atividade.

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OAB/RJ 159.842Atendimento onlineAnálise individual
O que precisa aparecer

Não basta ter sofrido um acidente. A sequela precisa ter efeito no trabalho.

O auxílio-acidente é um benefício indenizatório analisado quando, depois da consolidação das lesões, permanece uma redução definitiva da capacidade para o trabalho habitual. A perícia e os documentos são decisivos.

01

Acidente de qualquer natureza

O acidente pode ter ocorrido no trabalho ou fora dele. O ponto é reconstruir o que aconteceu e quais consequências permaneceram.

02

Sequela permanente

Dor, limitação, perda de força, redução de mobilidade ou outra sequela precisa ser demonstrada por documentos e avaliação médica.

03

Redução na atividade habitual

A questão central é entender se você passou a trabalhar com mais esforço, dificuldade ou limitação na função que exercia.

04

Qualidade de segurado

A categoria profissional e o vínculo com o INSS precisam ser conferidos antes de concluir que existe direito ao benefício.

05

Documentos médicos

Laudos, exames, prontuários, relatórios e atestados ajudam a organizar a evolução da lesão e o estado atual.

06

Perícia do INSS

A concessão depende da avaliação do caso. Nenhum resultado pode ser garantido antes da análise completa.

Voltar ao trabalho não apaga a sequela.

O auxílio-acidente não é a mesma coisa que ficar afastado. Em certas situações, ele é discutido justamente quando a pessoa retorna, mas permanece com redução para a atividade habitual.

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Organize as provas

O que ficou no corpo precisa aparecer nos documentos.

Não apague exames, conversas ou relatórios. Guarde tudo que mostre a linha do tempo do acidente e da sequela.

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1

Laudos e exames

Radiografias, ressonâncias, ultrassons, relatórios médicos e documentos que registrem a lesão ou a sequela.

2

Histórico do afastamento

Cartas de concessão, comunicações de acidente, atestados e informações do benefício recebido, quando houver.

3

Descrição da função

Explique o que você fazia antes e o que ficou mais difícil depois: carregar, caminhar, operar, dirigir, digitar ou permanecer em determinada posição.

4

Data e evolução

Registre quando ocorreu o acidente, quando terminou o tratamento e quais sintomas permaneceram.

Como funciona

Primeiro os fatos. Depois, o caminho possível.

A conversa inicial serve para filtrar o caso com responsabilidade, sem promessa automática e sem transformar qualquer dor em direito garantido.

1

Você chama

Conte o acidente, a função exercida e o que mudou depois da lesão.

2

Documentos entram

Laudos, exames, afastamentos e registros médicos ajudam a montar o histórico.

3

O caso é filtrado

Categoria, sequela, redução funcional e documentos são confrontados.

4

Próximo passo

Você recebe orientação sobre o que faz sentido avaliar e quais riscos existem.

Quem avalia

Lopes Bahia Advogados, com atendimento previdenciário.

O Dr. Jorge Lopes Bahia Jr. é advogado inscrito na OAB/RJ 159.842. O primeiro contato organiza o acidente, a função, a sequela e os documentos disponíveis para uma avaliação individual.

O INSS informa que o auxílio-acidente tem natureza indenizatória e depende de sequela permanente que reduza definitivamente a capacidade para o trabalho. A decisão não é automática.

Dúvidas comuns

O que você precisa saber antes de chamar.

A resposta depende do caso, mas estes pontos ajudam a separar uma dúvida real de uma expectativa sem base documental.

Preciso estar afastado para pedir auxílio-acidente?

Não necessariamente. O benefício é tratado como indenizatório e pode ser analisado quando a pessoa retorna ao trabalho, mas permanece com sequela que reduz a capacidade para a atividade habitual.

O acidente precisa ter acontecido dentro da empresa?

O INSS informa que o auxílio-acidente pode decorrer de acidente de qualquer natureza, observados os requisitos aplicáveis à categoria e ao caso concreto.

Qualquer dor dá direito ao benefício?

Não. É necessário verificar a existência de sequela permanente e sua repercussão na capacidade para o trabalho habitual, com documentos e avaliação pericial.

Quem recebe auxílio-acidente pode continuar trabalhando?

A possibilidade de continuar trabalhando é compatível com a natureza indenizatória do benefício, mas a situação concreta e eventuais benefícios acumulados precisam ser analisados.

Quais documentos devo enviar?

Envie, se tiver, documentos médicos, exames, atestados, informações do afastamento, comunicação do acidente e uma descrição da função exercida antes e depois.

O acidente terminou. A sequela ainda interfere na sua rotina?

Informe a data do acidente, sua profissão e o que mudou depois da lesão. A equipe vai orientar o próximo passo.

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